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Rubinho e Schumi

História de uma foto > arquivo

De campeões a coadjuvantes

Ayrton Senna costumava dizer que com um carro bom ele venceria qualquer corrida, com um razoável era páreo, mas com um carro ruim só seria coadjuvante.
Esta afirmação é endossada por todos os grandes pilotos, mas muitos, mesmo sabendo dos riscos, se arriscam e acabam carregando o carro nas costas.
Dois dos melhores exemplos dessa circunstância são Michael Schumacher e Rubinho Barrichello.
Quem não lembra do furor que foi Schumacher. O maior campeão da história da F-1 com 7 títulos – dois com a Benetton e 5 de Ferrari --, dois vices, 91 vitórias, 150 pódios, 68 pole positions, largou 43 vezes na primeira fila, cravou 76 voltas mais rápidas e marcou mais de 1400 pontos.
Mas toda essa glória não foi suficiente para Schumi dormir nos louros. Ele, desacreditando na máxima de que não basta só ser bom piloto, retornou à F-1 ano passado e até agora não fez outra coisa do que carregar o Mercedes MGP nas costas.
Rubinho Barrichello também está pagando pelo amor à arte. Recordista absoluto de grandes prêmios, com 306 – até o da China -- 11 vitórias, 14 pole positions, dois vice-campeonatos e 18 anos de F-1, encorajaram Rubinho a jogar as fichas na competitividade dos Williams FW 32, ano passado e no FW33 nesta temporada. Resumo: o carro é um fardo e ele não conseguiu nada mais do que marcar 47 pontos em 22 corridas.

Schumacher e Barrichello apostaram contra a lógica, estão juntos no desafio de provar o improvável na F-1: mostrar que o piloto é mais importante do que o carro. Resultado de campeões passaram a meros coadjuvantes.




Schumi e Rubinho, da Ferrari ao patinete

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